São Sepé escolhe representantes da Beleza Negra 2022

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Foto: Adriana Aires


 

Foto: Adriana Aires

O Coletivo Sepeense de Arte e Cultura Negra 20 de Novembro, promoveu no último sábado, 26 de novembro, o concurso “A Mais Bela Negra”, dentro da programação do mês da Consciência Negra. A atividade foi realizada em parceria com a Prefeitura Municipal, através do Escritório da Cidadania; Movimento Eco Cultural e Clube Visconde do Rio Branco.

A categoria feminina contou com quatro candidatas: Bruna Ferreira, Keyla Alves, Luciana Lima e Paola Soares; já a masculina, contou com André Nathan Bibiano. Durante o concurso, os inscritos realizaram apresentações de dança, recitação poema e uma delas, preparou uma feijoada.

As performances foram avaliadas por quatro jurados: Ângela Souza, Isadora Bispo, Alessandro Ribeiro e Gilson Perdomo. Com os critérios: simpatia, beleza, engajamento com as pautas antirracistas, apresentação artística ou cultural sobre cultura afro-brasileira, desfile com traje social, desfile com trajes indenitários da cultura afro-brasileira, melhor torcida (critério de desempate).

A atividade contou ainda, com muita música por conta de Vinnyh Silva e Banda.
Após avaliação, Keila Alves foi escolhida a Mais Bela Negra de São Sepé 2022, e Bruna Ferreira ficou com o segundo lugar. O representante masculino será o sepeense André Nathan. As faixas femininas foram entregues pelas ex-soberanas, e a masculina do Diretor do Escritório da Cidadania, Rodrigo Ferreira.

Além da faixa e flores, os primeiros lugares recebam como prêmio: R$ 150 reais e cinco registros do fotógrafo Lucas Cirolini. O segundo lugar ganhou um vale para pé e mão com Caty Pacheco e um copo da empresa Lebes. O terceiro e quarto lugar também receberam brindes.

“Foi uma noite emocionante. As ex-candidatas se emocionaram muito relembrando ótimos momentos vividos no Visconde. O objetivo principal do concurso foi conscientizar, enaltecer e trazer cada vez mais para a mesa de debate, a importância da negritude e da cultura negra para a formação desse país, para que cada vez mais haja conscientização”, destacou Adriana Aires, membro do Coletivo.

Foto: Rodrigo Ferreira

 

Reportagem: Adriana Aires