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Enem 2019: confira as dicas para a prova de Química


 

 

O jornal O Sepeense, em parceria com Alquimia – Enem e Vestibulares, está trazendo até você uma série de dicas para o Enem 2019 para te ajudar a fazer o melhor na hora da prova.

 

Confira as dicas de Química com os professores Fernando Vasconcellos e Leandro Friedrich.

As provas de Química estão cada vez mais contextualizadas com a vida dos candidatos. A tentativa é aproximar cada vez mais os conteúdos trabalhados em sala de aula com os fenômenos cotidianos que muitas vezes nem nos damos conta, mas podem ser explicados pela ciência.

 

Dica 1 – Química orgânica: Aposte no estudo das “Funções Orgânicas”, eixo central da Química do carbono e velha conhecida dos vestibulandos e candidatos afiados do ENEM. A partir de hoje sua missão é identificar e caracterizar os principais grupos de compostos: hidrocarbonetos, álcoois, aldeídos, cetonas, éteres, ésteres, amidas, ácidos carboxílicos, aminas, bem como funções menos conhecidas, como os compostos organoclorados e organometálicos, afinal, dia 10 de novembro você tem um encontro marcado com elas.

 

Dica 2 – Estequiometria: Não adianta torcer o nariz ou rezar para a parte de cálculos aplicados às reações químicas não aparecerem no seu caderno de provas, afinal eles te farão companhia no segundo dia de provas. Lembre-se de:

– Entender o processo através do texto e equação química;

– Ajustar os coeficientes das substâncias na equação (não faça contas antes disso);

– Montar uma regra de três estabelecendo uma relação entre os dados do problema e a pergunta.

 

Dica 3 – Eletroquímica: Dispositivos como pilhas e baterias estão tão próximos a nós que seu funcionamento básico não poderia deixar de te acompanhar em um lindo dia de domingo. Portanto lembre-se:

– Pilhas ou Baterias geram energia elétrica a partir de uma reação química espontânea.

– A análise de potenciais-padrão de redução (E°red) é fundamental na determinação dos polos, tipos de eletrodos (ânodo e cátodo) e fluxo de elétrons;

– Metais de sacrifício são bons amigos do metal que queremos proteger, afinal eles são usados para oxidar antes do metal de nosso interesse. Assim cascos de navios duram mais tempo, por exemplo.

 

Dica 4 – Interações intermoleculares e propriedades físicas dos compostos: não estamos sozinhos neste mundo, muito menos as substâncias químicas. É comum que a prova fale sobre como as substâncias interagem entre si e a influência dessas interações no comportamento das mesmas. Sendo assim, é importante relembrar:

– Interações íon-dipolo: interações bastante intensas de estruturas iônicas com solventes polares (como a água);

– Ligações de hidrogênio: interações intensas entre estruturas que possuam o hidrogênio (H) ligado a um átomo muito eletronegativo (F, O, N). Este tipo de interação é recorrente nas provas do ENEM, afinal, quanto mais uma estrutura estabelece essa interação, mais solúvel o composto químico é solúvel em água;

– Interações do tipo dipolo-induzido: ocorrem entre moléculas apolares como, por exemplo, derivados do petróleo (hidrocarbonetos), gorduras e óleos;

– Lembre-se que existem moléculas que possuem uma parte da estrutura polar (hidrossolúvel) e outra parte da estrutura apolar (lipossolúvel). Elas são chamadas anfifílicas. Bons exemplos são as moléculas dos sabões, detergentes e fosfolipídios.

 

 

 

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