Obino

Acusado de ter aberto cova onde Bernardo foi enterrado nega participação no crime


Foto: reprodução/TJRS/YouTube

O motorista Evandro Wirganovicz, acusado de ter aberto a cova onde o corpo de Bernardo Boldrini foi enterrado, foi o último réu interrogado. Em um depoimento rápido, ele negou participação no homicídio do menino. “Nunca fiz nada de errado. O que eu sei é o que a mídia falou. Eu não sabia de nada”, declarou. “Tenho orgulho de ser quem eu sou. Deus sabe que eu não devo. Vou contar tudo o que aconteceu para os meus filhos.”

O Ministério Público também não pode fazer perguntas ao acusado, que respondeu aos questionamentos da Juíza Sucilene Engler  e das defesas dos outros réus.

 

Versões

Evandro chorou ao falar que, quando o crime ocorreu e ele foi preso, não sabia de nada. Na época, o motorista tinha uma filha de 1 mês de vida.

Alegou que mudou as versões para a Polícia sobre a sua presença no local próximo aonde Bernardo foi enterrado porque sentiu medo. “Eu não fiz. Eu não devo. Perdi tudo. Quem fez, sabe que tem que pagar. Mas eu não fiz.”

 

Edelvânia

Evandro disse que sempre se deu bem com a irmã.  “Ela sempre me ajudou. É madrinha dos meus filhos. Ela que cuidou da minha esposa no hospital quando meus filhos nasceram. Não consigo compreender isso aí.”

O motorista Evandro Wirganovicz, acusado de ter aberto a cova onde o corpo de Bernardo Boldrini foi enterrado, foi o último réu interrogado. Em um depoimento rápido, ele negou participação no homicídio do menino. “Nunca fiz nada de errado. O que eu sei é o que a mídia falou. Eu não sabia de nada”, declarou. “Tenho orgulho de ser quem eu sou. Deus sabe que eu não devo. Vou contar tudo o que aconteceu para os meus filhos.”

O Ministério Público também não pode fazer perguntas ao acusado, que respondeu aos questionamentos da Juíza Sucilene Engler  e das defesas dos outros réus.

 

Versões

Evandro chorou ao falar que, quando o crime ocorreu e ele foi preso, não sabia de nada. Na época, o motorista tinha uma filha de 1 mês de vida.

Alegou que mudou as versões para a Polícia sobre a sua presença no local próximo aonde Bernardo foi enterrado porque sentiu medo. “Eu não fiz. Eu não devo. Perdi tudo. Quem fez, sabe que tem que pagar. Mas eu não fiz.”

 

Edelvânia

Evandro disse que sempre se deu bem com a irmã.  “Ela sempre me ajudou. É madrinha dos meus filhos. Ela que cuidou da minha esposa no hospital quando meus filhos nasceram. Não consigo compreender isso aí.”

 

 

Fonte: TJ/RS