Obino

Adeus, Tio Coral – Wagner Becker Dilélio

 

Que dia bem triste a data de 27 de dezembro. Meu amigo, conselheiro, Grande Guerreiro, gente do bem, pai, avô, bisavô, mais que exemplar e sem falar do eterno companheiro da saudosa Dona Dinoá. Um casal sem comparação.

Quando ela, convidada por Deus para morar no Céu, escrevi uma crônica publicada num jornal de São Sepé que com o título reportando tudo que sabia da vida conjugal e familiar do querido casal. “A alma gêmea do Tio Coral”.

Naquela época, quem conhecia o viúvo não tinha dúvidas. Ele vai ao encontro da amada companheira da Terra o mais breve possível. Mas o Tio Coral sabia que sua hora não estava marcada. Tinha que antes concluir algumas tarefas. Depois, podia descansar para a eternidade. Hoje, Deus convocou todos os anjos para uma memorável e justa recepção.

Vestindo a camisa do Madureira, time de futebol e bocha que foi fundador e presidente de honra, entrou em campo ovacionado com gritos de é campeão. Saudades!

 

 

Wagner Becker Dilélio

 

 


Os textos/artigos/opiniões publicados em O Sepeense são de inteira responsabilidade dos autores e não refletem a opinião do jornal.

 

 

Comments are closed.