




A Defesa Civil do Estado segue atualizando os números de desabrigados e desalojados pelas chuvas recentes no Rio Grande do Sul. Quinze municípios foram danificados pelos temporais e ventos do dia 9 de janeiro.
São 3.391 pessoas desalojadas e 1.592 desabrigadas. Dois óbitos foram confirmados pelas autoridades, um em Alegrete e outro em Manoel Viana.
Municípios atingidos
Alegrete
Bagé
Barra do Quaraí
Barracão
Dom Pedrito
Jaguari
Lavras do Sul
Manoel Viana
Pedro Osório
Quaraí
Rosário do Sul
São Borja
São Gabriel
São Francisco de Assis
Uruguaiana
Unidades especiais dos bombeiros
Equipes da Força de Resposta Rápida (FR²) do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS) foram acionadas para auxiliar no atendimento das ocorrências decorrentes dos temporais e enchentes na Fronteira Oeste do Estado. Desde quarta-feira, 9, profissionais especializados em situações de risco atuam na região, sob a coordenação do subcomandante-geral da corporação, coronel Lúcio Alex Ruzicki.
De acordo com o CBMRS, até sexta-feira, 11, 70 ocorrências foram atendidas. Em Uruguaiana, três equipes fizeram trabalhos de corte de árvores e remoção de potenciais fontes de perigo, como muros em risco de desabamento, árvores colapsadas sobre residências e desobstrução de vias. Outras nove equipes estão de prontidão e podem ser acionadas devido à situação crítica no município de Alegrete.
“Conseguimos reduzir grande parte dos problemas apresentados e liberar o acesso às vias públicas, o que é vital neste tipo de situação. Como a previsão é de chuva para os próximos dias, iremos manter as demais células da FR2 de prontidão, com atenção especial para ocorrências que possam atingir o perímetro urbano de Alegrete”, assegura Ruzicki.
A FR² é formada por unidades denominadas células. Ao todo, a corporação conta com 12 equipes titulares e outras 12 equipes reservas, compostas por bombeiros especializados em missões de busca, salvamento e resgate urbano e rural. Seus integrantes pertencem efetivo orgânico dos batalhões de área, mas devem estar sempre a postos para uma eventual convocação.
O grupo é treinado para agir rapidamente e prestar socorro em estruturas colapsadas, enchentes, incidentes com múltiplas vítimas ou outras operações de busca e salvamento em situações críticas, cuja dimensão ou natureza extrapolem a capacidade de resposta do efetivo local. A FR² possui uma série de equipamentos especiais, utilizados de acordo com a necessidade de cada missão.
Fonte: Defesa Civil e SSP




