Inicia recuperação da RS-149 entre Formigueiro e Restinga Sêca


Foto: divulgação

Teve início na semana passada a obra de recuperação da RS-149, entre Formigueiro e Restinga Sêca. A estrada, que é de responsabilidade do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), está com buracos, desníveis e falta de sinalização, colocando em risco motoristas que transitam pelo trecho.

De acordo com o Daer, serão contemplados cerca de 90 quilômetros começando pela RS-149, no entroncamento com a BR-392, em São Sepé, até o entroncamento com a RSC-287, para Novo Cabrais.

Os trabalhos também acontecem em outros municípios, através do Contrato de Restauração e Manutenção de Rodovias (Crema), executado pelo governo do Estado através da Secretaria dos Transportes e Daer. As equipes iniciaram os trabalhos na RSC-287, próximo à Base Aérea de Santa Maria. No local, estão sendo realizadas escavações visando à reconstrução da pista. Posteriormente, serão substituídas as camadas de base e executada a renovação do revestimento com asfalto quente e polímero.

“Adotamos uma solução que aumentará consideravelmente o desempenho do pavimento”, salienta do diretor-geral do Daer, Rogério Uberti. “Trata-se de uma rodovia com trânsito intenso, inclusive de veículos de carga. Por esse motivo, utilizamos um material mais resistente a trincas e deformações, aumentando consideravelmente a vida útil dessa estrada.”

Na RSC-287, serão restaurados os 55,86 quilômetros desde o entroncamento com a ERS-502, na localidade de Contenda, até o entroncamento com a ERS-509 – conhecida como a Faixa Velha de Camobi. O Crema Santa Maria-Cachoeira do Sul prevê obras, ainda, em outras seis rodovias da região.

“Contamos com financiamento de R$ 153 milhões junto ao Banco Mundial para deixarmos essas estradas em ótimas condições”, destaca o secretário dos Transportes, Pedro Westphalen. “Junto ao Estado e ao Daer, firmamos o compromisso de superar as dificuldades financeiras e dar ritmo a nossos programas de recuperação de rodovias. O Crema é o exemplo mais claro disso e, por meio dele, estamos dando cara nova a corredores rodoviários importantes em, pelo menos, quatro grandes regiões.”

A duração do contrato é de cinco anos: no primeiro, ocorrem as obras de restauração do pavimento, da drenagem e da sinalização das rodovias; nos quatro restantes, os mesmos trechos passam por serviços rotineiros de manutenção.